7 dicas para aproveitar mais suas milhas | Marília Almeida, de EXAME.com

  São Paulo – Quem acumula milhas para trocar por passagens aéreas pode utilizar os serviços oferecidos pelos programas de fidelidade para evitar que o benefício ultrapasse o prazo de validade. O sistema de milhas é usado nos programas de fidelidade das companhias aéreas. O cliente ganha em milhas a distância percorrida entre duas cidades. Programas de fidelidade que oferecem outros benefícios, além das passagens, utilizam o sistema de pontos. Geralmente, um ponto equivale a uma milha. Além de transferir milhas para amigos e parentes, é possível reativar milhas vencidas e utilizar pontos para pagar parte do valor do bilhete. No entanto, essas opções têm custos que devem ser ponderados pelos clientes. Ao aproveitar ofertas e comprar o bilhete com antecedência, o consumidor pode realizar a viagem com um número menor de milhas, e, dessa forma, evitar que expirem. Veja a seguir sete dicas para aproveitar melhor as suas milhas: 1) Monitore ofertas Programas de fidelidade costumam oferecer promoções por tempo limitado, que podem reduzir as milhas necessárias para resgatar bilhetes aéreos em determinados trechos. O consumidor que busca de oportunidades deve acompanhar ofertas relacionadas a destinos do seu interesse e períodos nos quais poderá realizar a viagem (veja promoções de companhias aéreas que oferecem milhas extras). 2) Planeje a compra Caso o resgate do bilhete seja feito com antecedência, o número mínimo de milhas exigido para realizar a viagem pode ser menor. No programa de fidelidade Smiles, por exemplo, é possível usar milhas para resgatar bilhetes aéreos até 330 dias antes da data da viagem. De acordo com simulação feita pelo Smiles, um bilhete de São Paulo para...

“Aquilo que não se pode medir, não se pode melhorar” | André Massaro

    Alguma vez você já participou de uma palestra motivacional? Caso tenha participado, talvez já tenha visto um “truque de palco” muito comum usado por oradores motivacionais. Eles jogam uma bola (geralmente, uma daquelas bolas bem grandes, de parque de diversões) para a plateia e pedem para que as pessoas a passem de mão em mão, de forma que ela dê a volta completa no recinto, até voltar ao palco. Quando a bola retorna, o orador olha para o relógio e diz em quanto tempo ela fez o percurso, e aí propõe repetir o experimento, mas desta vez com as pessoas sabendo que estão sendo “cronometradas”. Invariavelmente, a bola faz o trajeto mais rápido do que na primeira vez. O objetivo dessa brincadeira é mostrar, na prática, que, quando as pessoas sabem que estão sendo “medidas”, elas trabalham de forma mais rápida e mais eficiente. Quando o orador anuncia que o tempo será medido, as pessoas acabam trabalhando mais rápido. É algo inconsciente. A frase que serviu de título para este artigo é uma de minhas frases favoritas, e a menciono na maioria das palestras que eu faço (que não são exatamente “motivacionais”, mas sempre procuro inserir algum elemento motivacional, senão vira “aulinha de finanças”… E isso ninguém mais aguenta!). O autor da frase é um físico irlandês do Século XIX chamado William Thomson, e ele foi um dos cientistas mais importantes de sua época. Poucas pessoas reconhecem esse nome, pois ele se tornou conhecido como “Lord Kelvin” (o pai do “zero absoluto”), e seu nome acabou virando uma das unidades do sistema internacional de medidas (a escala...

Vale a pena antecipar as parcelas da dívida do imóvel? | Marília Almeida, de EXAME.com

Dúvida do internauta: Vendi meu carro e, com o valor que recebi, consigo quitar cerca de oito prestações do financiamento imobiliário. Devo antecipar o pagamento das parcelas para ficar oito meses sem me preocupar com a dívida? Resposta de Marcelo Prata* Não é um bom negócio realizar o pagamento antecipado de parcelas. Diferentemente de outras linhas de empréstimo, o financiamento imobiliário não oferece o desconto dos juros no pagamento antecipado das prestações. Portanto o melhor caminho, no seu caso, seria reduzir o saldo devedor. Esse processo leva em conta o valor que você ainda deve efetivamente para o banco, sem o cálculo dos juros. Você tem duas opções ao amortizar o saldo da dívida: manter o mesmo prazo do financiamento e diminuir o valor das prestações, ou manter o mesmo valor de prestação e diminuir o tempo do empréstimo (veja se é melhor reduzir a parcela ou o prazo do financiamento). Caso as prestações estejam pesando no seu orçamento, a primeira opção pode ser melhor. Mas em nenhuma delas você ficará sem pagar a parcela do mês que vem. Agora, caso você esteja passando por uma situação financeira complicada, o melhor caminho seria investir esse valor e usá-lo para pagar a dívida nas datas de vencimento de cada parcela. Dessa forma, você evita ficar inadimplente enquanto atravessa essa fase...

6 sinais de que sua relação com o dinheiro não é saudável | Marília Almeida, de EXAME.com

São Paulo – Analisar se temos uma relação positiva ou negativa com o dinheiro pode ser mais complicado do que parece. Não se trata apenas de não ter controle sobre as finanças, por exemplo. O sinal de que a visão sobre o tema é pouco saudável pode ser justamente o oposto: controlar demais os gastos. Pensamentos e hábitos negativos podem dificultar o caminho para obter o sucesso financeiro ao impedir a realização de investimentos ou a discussão doorçamento com a família, por exemplo. Veja abaixo seis comportamentos que apontam que você precisa repensar sua relação com o dinheiro: 1) Gastar demais Você comprar por compulsão, e não por necessidade? Não se controla ao ver um novo modelo de sapato na vitrine de uma loja ou não resiste a convites de amigos para jantares? Talvez seja o momento de verificar o que essas despesas trazem efetivamente de conquistas pessoais e cortar os gastos supérfluos. Se não houver equilíbrio no orçamento, o risco de descontrole financeiro, em caso de desemprego ou perda de renda, por exemplo, é alto. Além disso, gastos exagerados dão pouco ou nenhum espaço para a criação de uma reserva financeira para situações imprevistas ou a realização de investimentos. “Ter visão de longo prazo é essencial para criar um patrimônio sólido”, diz Vera Rita de Mello Ferreira, membro do comitê de pesquisa de educação financeira da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) (veja 14 hábitos que te deixam mais rico). 2) Não gastar nunca Viver economizando e esperando pelo momento no qual terá segurança suficiente para desfrutar do dinheiro acumulado também pode ser um hábito negativo. O comportamento passa do limite quando há indecisão sobre gastos...

Receita Federal cria malha fina para pessoa jurídica | Renata Veríssimo, do Estadão Conteúdo

  Brasília – A Receita Federal anunciou nesta quinta-feira, 5, a criação da malha fina para pessoa jurídica que terá como foco as pequenas e médias empresas. O secretário de Fiscalização da Receita Federal, Iágaro Jung Martins, informou que 26 mil empresas receberam um comunicado da Receita no último dia 23 de fevereiro alertando que foram encontradas incoerências nas declarações de 2012. As empresas que estão na malha foram orientadas a consultarem no site da Receita (e-Cac) o extrato lançado apontando essas inconsistências. Martins disse que a Receita dará 90 dias para que as empresas avaliem os dados e façam a autorregularização por meio de uma retificação na declaração. Após esse período, as empresas podem sofrer a qualquer momento a fiscalização da Receita Federal. “A vantagem para a Receita é autorregularização por gerar uma arrecadação espontânea. Para o contribuinte, a vantagem é que havendo a autorregularização não há pagamento de multa que vai de 75% a 225% sobre o valor sonegado”, disse. “Queremos uma relação de transparência com a pessoa jurídica, principalmente as pequenas e médias”, afirmou. A Receita calcula que os créditos lançados podem somar R$ 7,2 bilhões. Martins garante que a oportunidade de autorregularização não significa um afrouxamento na fiscalização. “Não significa que a fiscalização da Receita virou gatinho”,...

8 mitos que muitos empreendedores ainda acreditam | Camila Lam, de EXAME.com

São Paulo – A maioria dos brasileiros sonha em empreender, mas ainda não está preparada para tirar a ideia de negócio do papel. Alessandro Saade, professor do Master em Empreendedorismo e Novos Negócios da BSP – Business School São Paulo, conta que muitas pessoas têm a ilusão de que a sua ideia é exclusiva. “Alguém pode estar fazendo a mesma coisa que você em qualquer lugar do mundo. Evoluir a ideia que é o diferencial”, afirma. João Bonomo, professor de empreendedorismo do Ibmec/MG, conta que muitos empresários preferem trabalhar sozinhos e acham que essa é a melhor maneira. Entretanto, é preciso ter uma equipe unida para que uma empresa possa crescer de maneira saudável. “Eu que tive a ideia, eu que executo e não preciso de mais nada. É muito raro alguém que consegue trabalhar sozinho assim”, completa. Para Guilherme Junqueira, gestor de projetos da ABStartups, muitos donos de pequenas empresas ou startups acreditam que podem crescer sem planejar ou pesquisar sobre o mercado. Veja outros mitos que muitos empreendedores ainda acreditam. 1. Minha ideia de negócio não precisa de ajustes Empreendedores que se recusam a aceitar de que sua ideia de negócio ou empresa não é perfeita precisam parar um momento e refletir. “Dificilmente o negócio vai ser o que a sua ideia foi. Para tirar a ideia do papel, o empreendedor já vai ter que adaptar e fazer concessões”, explica Saade. Receber críticas é difícil, mas determinados ajustes podem contribuir para que o negócio ou produto fique ainda melhor. 2. Vou ganhar muito dinheiro com a minha empresa Muitos empresários têm a ilusão de que basta ter...

Ao morar junto, o companheiro tem direito à herança? | Priscila Yazbek, de EXAME.com

  Dúvida do internauta: Tenho uma tia de 84 anos, com muitos bens, viúva e sem filhos. Ela tem quatro irmãos vivos e tinha outros dois irmãos que já faleceram. Ela está morando com um companheiro de 51 anos há alguns meses. Não sabemos se ela fez algum tipo de contrato nupcial, mas se não o fez, como fica sua herança, caso venha a falecer ou se separar do atual companheiro? Ela não é doente. Existe alguma lei que ampare o idoso nestes termos? Resposta de Rodrigo da Cunha Pereira*: A sucessão do companheiro é uma das questões mais controversas do direito sucessório contemporâneo, sobretudo neste caso, quando não há herdeiros necessários (cônjuges ou companheiros, descendentes e ascendentes), o que tem gerado decisões conflitantes em todas as esferas. Em regra, o companheiro só tem direito à herança dos bens adquiridos onerosamente na constância do relacionamento, que seria a parcela do patrimônio comprada durante a união. Nesse caso específico, ele não teria direito à herança dos bens que ela já possuía antes de eles morarem juntos, uma vez que em razão da idade (84 anos), por força da lei, ela só poderia estabelecer um relacionamento conjugal por meio do regime da separação de bens. O inciso II do artigo 1.641 do Código Civil impõe como regime de bens obrigatório para o casamento das pessoas com 70 anos ou mais o da separação de bens. Ainda que ela viva em união estável, algumas regras do casamento são aplicadas também às uniões estáveis. Nesse modelo de regime, não há esforço comum para a aquisição do patrimônio, o que, portanto, não torna o...

Brasileiro está entre mais otimistas sobre finanças pessoais | Circe Bonatelli, do Estadão Conteúdo

  São Paulo – Apesar do ambiente de baixo crescimento econômico no país, os brasileiros figuram entre os mais otimistas em todo o mundo em relação às tendências para suas finanças pessoais. A afirmação faz parte de pesquisa publicada pela gestora de recursos BlackRock, após coletar dados sobre hábitos financeiros e intenções de investimentos de pessoas de diferentes níveis de renda em 20 países. Segundo o levantamento, 77% dos brasileiros são otimistas em relação ao seu futuro financeiro, patamar acima da média global, que é de 56%. O resultado também é o segundo maior entre os quatro países da América Latina integrantes da pesquisa (Brasil, Colômbia, Chile e México). Os colombianos são os mais otimistas na região, com 88%. Apesar do otimismo, os brasileiros afirmaram enxergar riscos em relação ao seu futuro financeiro. Dentre essas preocupações, o desempenho da economia do País foi mencionada por 57% dos entrevistados. Em seguida vieram o alto custo de vida (55%) e a inflação (47%). Praticamente metade dos entrevistados no Brasil (49%) acreditam que o cenário econômico do País irá piorar nos próximos 12 meses. “O nível alto de otimismo e de visualização de riscos pode parecer contraditório”, afirmou Karina Saade, diretora operacional do BlackRock no Brasil. “Talvez isso possa ser explicado porque, apesar do baixo crescimento da economia, os salários continuaram crescendo nos últimos anos. E isso aconteceu principalmente entre a população de baixa e média renda, o que reforça o otimismo”, disse. “Outra coisa é que os brasileiros respondem às perguntas com um otimismo acima da média”, acrescentou Bruno Stein, diretor de negócios da gestora. O estudo realizado pela BlackRock englobou...

Herança recebida por um dos cônjuges é dividida no divórcio? | Priscila Yazbek, de EXAME.com

  Dúvida do internauta: Em julho de 2013 meu pai saiu de casa. Ele foi casado com a minha mãe durante muitos anos pelo regime de comunhão total de bens. O casamento deles era marcado por violência física e psicológica por parte dele com suas filhas e esposa. Ainda que ele tenha saído de casa, eles não se separaram judicialmente. Em setembro de 2014 meu avô materno faleceu e deixou para minha mãe e mais três irmãos uma casa. Eu gostaria de saber que direito meu pai teria nessa casa. Resposta de Rodrigo Barcellos*: Muito embora os seus pais não tenham se divorciado no papel, houve a “separação de fato”. Assim, os bens comprados ou adquiridos depois que ele saiu de casa não se comunicam, isto é, não farão parte da partilha na separação. O regime de comunhão de bens termina quando se encerra a vida em comum do casal. Essa interpretação já foi consolidada pelo Superior Tribunal de Justiça. Em um caso muito parecido com o seu, o ministro Luis Felipe Salomão concluiu que no regime de comunhão universal de bens, a comunicação dos bens (assim como as de dívidas) deve se encerrar com o término da vida em comum, respeitando o direito de meação do patrimônio construído durante o casamento (Recurso Especial nº 555.771-SP). A meação é a divisão dos bens comprados pelo casal em caso de separação ou falecimento de um dos cônjuges. Dessa forma, considerando que sua mãe recebeu em setembro de 2014, por herança, 25% dos bens de seu avô após a separação de fato (que ocorreu em julho de 2013), seu pai não terá...

É possível usar o FGTS para pagar o imóvel de outra pessoa? | Marília Almeida, de EXAME.com

  É possível utilizar o FGTS do cônjuge para abater as parcelas do financiamento do imóvel, comprado pelo proprietário quando era solteiro? Caso seja permitido, o direito vale para relações enquadradas como união estável ou relacionamentos que tenham gerado um filho? Resposta de Marcelo Tapai* Para usar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) é necessário ser proprietário do imóvel, ou seja, o nome do dono da unidade deve constar na matrícula da casa ou apartamento. O comprador poderá usar o benefício do cônjuge para amortizar as prestações do financiamento somente se registrar o casamento no cartório e declarar que parte do imóvel pertence ao parceiro ao incluir seu nome na matrícula da unidade. Mas isso somente será possível caso o cônjuge já não tenha outro imóvel em seu nome. *Marcelo Tapai é advogado especialista em direito imobiliário e sócio do escritório Tapai Advogados. É presidente do Comitê de Habitação da OAB/SP e diretor do Brasilcon (Instituto Brasileiro de Política e Direito do...
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