5 dicas para não se desesperar diante de imprevistos | Luciana Lima, da VOCÊ S/A

  5 dicas para não se desesperar diante de imprevistos | Luciana Lima, da VOCÊ S/A Com um cenário incerto na economia e equipes mais enxutas nas empresas, os imprevistos serão cada vez mais frequentes no dia a dia de trabalho. Descubra o que fazer para não se desesperar e deixar que eles fujam de seu controle. O problema: Incapacidade de eleger prioridades A solução: Antecipar os contratempos Embora imprevistos aconteçam, alguns deles podem ser antecipados com a análise do cenário e a criação de estratégias alternativas para todas as situações. “É preciso traçar possibilidades, e para cada uma delas oferecer uma solução”, diz Fernando Jucá, da Atingire, consultoria de São Paulo. Um momento bom para fazer isso é logo após a resolução de um problema, quando será mais fácil analisar as causas e as consequências e prever situações semelhantes. O problema: Acúmulo de tarefas A solução: Organizar a agenda Viver com uma agenda abarrotada de tarefas sem nenhuma folga para eventuais problemas faz com que os profissionais se sintam mais pressionados quando surge uma situação adversa. Por isso é importante ter alguns períodos de folga, como faz Leo­nardo Sabedot, de 34 anos, gerente-geral da Lincoln Electric, multinacional americana do segmento de soldagem, de São Paulo. Ele procura organizar os compromissos de modo a ter folgas para visitar clientes e resolver pendências. “Dou um jeito de ter tempo para ouvir os problemas dos clientes com calma e tentar ajudá-los”, diz Leonardo. Além de dar uma segurada nos ânimos a estratégia pode até ajudar na produtividade. “Se não acontecer nenhum imprevisto, o profissional consegue adiantar tarefas do dia seguinte”, afirma...

Desistir do apartamento na planta? Veja se vale a pena | Karina Fusco, da VOCÊ S/A

  Quase um terço dos brasileiros que tentaram comprar a casa própria em 2014 teve de abandonar o projeto pela metade. Até 30% dos contratos de compra e venda de imóveis na planta foram rescindidos no ano passado, segundo a Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH). Casos desse tipo triplicaram em relação a 2013, quando a taxa de distratos ficou em aproximadamente 10%. As rescisões podem ficar ainda mais frequentes em 2015, considerando que a Caixa Econômica Federal elevou os juros do financiamento imobiliário de 9,2% para 11% ao ano, o que encarece essa forma de crédito. O aperto financeiro provocado pela inflação crescente também deve estimular os rompimentos de contrato neste ano. Quando não há atraso na entrega do imóvel por parte da construtora, o principal motivo para os pedidos de distrato é a reprovação do financiamento imobiliário pelo banco, o que, na prática, obriga o comprador a desistir do imóvel caso não tenha recursos próprios para prosseguir com a compra. O problema é que, até receber essa negativa, o consumidor pode já ter pagado até 30% da casa ou apartamento à construtora. Pouca gente presta atenção nesse detalhe, mas, em geral, as construtoras atualizam o saldo devedor dos imóveis pelo INCC, índice cuja variação costuma ficar acima da inflação. Com isso, as prestações do financiamento bancário podem ficar altas demais para a sua renda, inviabilizando a liberação do crédito pelo banco, principalmente se o consumidor já tiver outro comprometimento financeiro — como um empréstimo pessoal ou financiamento de carro. “Antes de assinar o contrato, o comprador deve lembrar que o montante a ser quitado futuramente, seja...

5 pegadinhas que enganam até os bons investidores | Helena Fruet, da VOCÊ S/A

  Na hora de investir, até gente com experiên­cia de mercado pode cometer enganos. Acostumados a se deparar com situa­ções assim, economistas e professores da Fundação Getulio Vargas de São Paulo prepararam um livro em que identificam deslizes na relação das pessoas com suas aplicações. Em Armadilhas de Investimento ­— O Que Você Não Deve Fazer ou Deixar Que Façam com Seus Investimentos Financeiros, os autores Paulo Tenani, Roberto Cintra, Ernesto Leme e Caio Weil Villares identificam cinco erros que acometem tanto pequenos investidores quanto gestores de fortunas e oferecem lições sobre o que não fazer na hora de colocar o dinheiro para render. “Existem centenas de livros sobre investimentos dizendo o que se deve fazer, mas poucos que dizem o que não fazer”, segundo Tenani, professor da Escola de Economia da FGV/SP e ex-executivo com passagem por bancos como Citibank e UBS. A obra foca investidores de maior fôlego, mas as lições são válidas para quem tem pequenos volumes de dinheiro para aplicar. Fique atento às pegadinhas apontadas e faça seu dinheiro render. 1ª ARMADILHA: Falta de controle A responsabilidade sobre o dinheiro é do dono. Escolher uma aplicação sem conhecê-la é um risco. Muita gente faz uma avaliação superficial dos investimentos e depois se percebe incapaz de saber se fez uma boa escolha. “O dono do dinheiro tem de deixar a ingenuidade de lado, desconfiar e se informar”, diz Tenani. Não vale delegar a função para alguém, como o gerente do banco. Ele tem interesses próprios, como metas a cumprir, e não vai necessariamente oferecer as melhores opções. Como se prevenir Se você não é um investidor...

Use alguns benefícios que você já paga – e nem sabe | Mariana Amaro, da VOCÊ S/A

  A melhor forma de ganhar dinheiro é parando de perder. Consertar o fogão, chamar um chaveiro à noite ou contratar um seguro-viagem para as férias são gastos imprevistos que corroem aos poucos o orçamento. Muita gente esquece, mas tem direito à prestação gratuita desses serviços, já incluída em outros produtos pelos quais paga regularmente — seguros, planos de celular e TV a cabo e cartões de crédito. Um exemplo é o seguro-viagem, obrigatório para quem viaja para qualquer país da União Europeia. Ele custa em torno de 500 reais para uma família de quatro pessoas durante uma semana no exterior. Embora muita gente pague sem questionar, o seguro-viagem é concedido gratuitamente por algumas operadoras a quem compra a passagem aérea com o cartão de crédito. Como 76% dos brasileiros usam esse meio de pagamento, há muita gente gastando à toa. O mesmo vale para o conserto de eletrodomésticos. A maioria das empresas de seguro residencial, automotivo ou até seguro-fiança — cobrado de quem aluga um imóvel sem fiador — cobre o custo desses reparos. Relembre outros serviços gratuitos a que tem direito e pare de jogar dinheiro fora. Saiba como usufruir de benefícios pelos quais você já está pagando. Chaveiro, eletricista e encanador Como funciona? Os serviços precisam ser agendados e solicitados via seguradora. Quem tem direito? Clientes de fiança de aluguel e seguros residencial e automotivo. Vale a pena usar? Sim, porque esses serviços já estão incluídos em despesas que são obrigatórias. Seguro-viagem Como funciona? Depois de realizar a compra de passagens aéreas com cartões de crédito, basta solicitar o seguro à operadora. Quem tem direito? Clientes...

Por que ser barato nem sempre é o melhor para sua empresa | Seth Godin, da Endeavor

  São Paulo – Abaixar o preço é uma escolha unidirecional. Ou é mais barato, ou não é. No início, o processo de abaixar seu preço envolve uma eficiência bem inteligente. Ele força decisões difíceis que geram resultados melhores. Com o tempo, no entanto, em um mercado competitivo, a busca pelo menor preço leva a brutalidade. A brutalidade de prejudicar seus fornecedores, de comprometer sua moral e sua missão. Outra pessoa está sempre disposta a ir um centavo menos e, para competir, suas possibilidades ficam mais limitadas ainda. O problema com a corrida para ficar na posição mais baixa é que você pode ganhar. Ou, ainda pior, você pode ficar em segundo. Para cortar um real daqueles ebooks ou dez reais daquela passagem de avião (descontos que poucos iriam notar, quando sem base de comparação), você precisa mudar a forma como as coisas são editadas, como pessoas são treinadas ou como a segurança é garantida. Você precisa mexer na cultura ou em como as pessoas são tratadas. Você precisa estar disposto a ligar menos para certos pontos, ou ser mais severo que aquele outro cara daquela outra empresa. Toda ótima marca (mesmo aquelas com preços baixos) é conhecida por algo que não seja apenas quão baratos são seus produtos ou serviços. Henry Ford conquistou seu sucesso cedo usando ideias de negócio para produção em massa e peças intercambiáveis, em uma corrida magnífica pelo sistema manufatureiro de carros mais eficiente da história. Ele e seu time descobriram que as pessoas na verdade não queriam o carro mais barato. Elas queriam o carro que lhes daria orgulho, que fosse um pouco...

Uso de cartão de crédito dobra em cinco anos | Priscila Yazbek, de EXAME.com

São Paulo – O número de transações realizadas com cartões de crédito aumentou 108,3% entre fevereiro de 2010 e dezembro de 2014, segundo pesquisa do Instituto Assaf, com base em dados do Banco Central. De acordo com o levantamento, em fevereiro de 2010 foram contabilizadas 505 milhões de movimentações com o plástico, enquanto em dezembro de 2014 o número subiu para 1,05 bilhão de transações. Em volume financeiro, a soma das transações passou de 36,8 bilhões de reais para 104 bilhões de reais no período, uma elevação de 182%. Também foi verificado um aumento no valor médio das movimentações. Em fevereiro de 2010, o valor médio transacionado com cartões era de 72,89 reais, já em dezembro de 2014 a média saltou para 98,85 reais, um aumento de 36%. Fabiano Guasti Lima, pesquisador do Instituto Assaf responsável pelo levantamento, levanta algumas hipóteses que podem justificar o aumento do uso do cartão. Uma delas seria a perda do poder de compra da população, diante do aumento da inflação. “Com menor poder de compra e a recente piora do quadro econômico, as pessoas recorrem mais ao crédito”, diz Lima. A ampliação dos programas de fidelidade das empresas de cartões de crédito também pode ter contribuído para o maior uso do plástico. Com a maior divulgação dos programas, os consumidores passam a usar mais o cartão porque sabem que terão benefícios, segundo o pesquisador. Outras duas razões citadas por Guasti Lima seria o maior acesso da população aos bancos, e consequentemente aos cartões, e também a busca por um meio de pagamento que pode ser mais seguro. “Muitas pessoas têm preferido usar os...

Workaholic X Lovework – Se você tem orgulho de workaholic, comece a repensar sobre o seu papel na sua vida. Este foi um vício adquirido na década de 90, e tal qual o cigarro era legal na década de 70, hoje já pode ser considerado algo que poderia ser totalmente desprezível por grande parte da população | Alessandra Assad para Administradores.com

  Tenho certeza absoluta que em algum momento de sua vida você já passou pela situação de estar se relacionando com alguém muito legal, mas que não preenche todos os seus vazios. E a desculpa é: mas é uma pessoa muito digna, é legalzinho, bonito, é tão querido, é raro de se encontrar, é rico, tem muitos valores internos… e aí? Você consegue se ver para o resto da vida ao lado dela sem que a sua vida não tenha um vazio? Quer fazer um teste? Pergunte para uma mulher se ela ama o seu homem. As que amam, não vão titubear em dizer que sim, sem pensar, porque não passa pela cabeça delas algo diferente. As que não têm certeza vão titubear, ou procurar desculpas infundadas para justificar seus sentimentos. Ainda que as mulheres sejam algumas vezes mais dissimuladas (em geral) que os homens, nesta hora elas conseguem ser os seres mais transparentes do universo. O que não podemos deixar acontecer é que este sentimento o sufoque a ponto de ser destrutivo. Dadas as devidas proporções, o mesmo acontece no trabalho. Os workaholics são pessoas que trabalham muito e são viciadas nisso. Aqueles que transferem tudo o que tem na vida para o trabalho e se afundam nele. Geralmente o realizam como mecanismo de fuga. E há uma infinidade de profissionais workaholics bem sucedidos, o que é perfeitamente explicável se nos lembrarmos da explicação das dez mil horas de Malcolm Gladwell. Mas, e o quanto isso é saudável? Em geral, são pessoas que focam só naquilo e acabam deixando outros gaps em suas vidas: às vezes na vida...

Brasil terá nova classificação de fundos de investimento | Da REUTERS

  São Paulo – A indústria brasileira de fundos de investimento terá novo modelo de classificação a partir de julho, anunciou nesta segunda-feira a entidade que representa e autorregula as instituições financeiras, Anbima. Segundo a instituição, o novo padrão se alinha a conceitos regulatórios mais recentes definidos pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a práticas internacionais, ao mesmo tempo em que tenta simplificar a classificação para o investidor. O modelo, que entra em vigor em 1º de julho, é desenhado de forma a classificar os fundos em três etapas. Na primeira, define-se a classe de ativos: renda fixa, ações, multimercados, cambial. Em seguida, o investidor escolhe o tipo de gestão (ativa ou passiva), os prazos e se quer ter ativos estrangeiros. Por fim, seleciona a estratégia do gestor. Num exemplo prático, um investidor opta por um fundo de ações, em seguida pode eleger uma carteira indexada ao Ibovespa. Por último, decide se quer foco em dividendos, small caps etc. Os gestores terão até o final do ano para se adaptarem à nova classificação, disse o vice-presidente da Anbima Carlos Ambrósio. Embora um dos objetivos da nova classificação, que levou três anos para ser concluída, seja o de facilitar a compreensão pelos investidores, o número de categorias de fundos não vai diminuir. Na verdade, subirá das atuais 29 para 38. “A ideia foi compartimentar. O que mais ajuda a entender os fundos é mais a metodologia”, disse Carlos Massaru Takahashi, também vice-presidente da Anbima. A iniciativa acontece num momento em que a indústria, com cerca de 2,7 trilhões de reais sob gestão no fim de março, tem perdido força para outros produtos que...

Na união estável o companheiro fica com metade dos bens? | Editada por Priscila Yazbek, de EXAME.com

  Dúvida do internauta: Ganhei uma herança e com o dinheiro recebido comprei um apartamento. Durante esse período eu estava em uma união estável, hoje temos mais ou menos sete anos juntos, não somos casados no civil, mas temos dois filhos. Estou tentando me separar dessa pessoa, mas ele não quer sair da casa e diz que tem direitos sobre o apartamento, sendo que ele não me ajudou a comprar o imóvel. Ele diz que terei de vender o apartamento e dar metade para ele. Isso procede na Lei? Gostaria de saber quais são os direitos dele. Resposta de Rodrigo da Cunha Pereira*: O regime de bens adotado em qualquer união estável ou casamento, salvo quando definido oficialmente outro regime, é o da comunhão parcial de bens. Sendo assim, o seu companheiro somente terá direito à metade dos bens adquiridos onerosamente (com o produto do trabalho) na constância desta união. No seu caso, você comprou o seu apartamento com recursos da herança da sua mãe, ou seja, de origem anterior ao seu relacionamento e a título gratuito (quando recebidos por doação ou herança). Portanto, o imóvel em que vocês residem é exclusivamente seu, inexistindo qualquer direito do seu companheiro sobre este bem. Ele só terá direito a eventuais melhorias que vocês tenham realizado no imóvel durante a união estável. Veja a matéria completa com as diferenças entre o casamento e a união estável *Rodrigo da Cunha Pereira é advogado, mestre e doutor em direito civil e presidente do Instituto Brasileiro do Direito da Família...

1 em cada 4 brasileiros ficou no vermelho em fevereiro | Marília Almeida, de EXAME.com

  São Paulo – Em fevereiro, 24% dos consumidores brasileiros terminaram o mês com saldo negativo no banco, de acordo com pesquisa feita pelo app de controle financeiro GuiaBolso. O porcentual inclui consumidores que utilizaram o cheque especial (créditooferecido de forma automática pelo banco quando não há saldo suficiente na conta corrente) ou tiveram valores antecipados pelo banco ao registrarem saldo negativo na conta corrente, nos casos em que a instituição financeira não oferece o cheque especial. Como consequência do descontrole do orçamento, os consumidores pagaram, em média, 199 reais em juros ao banco no mês. O levantamento foi feito entre os dias 24 e 28 de fevereiro com uma amostra de 11.993 pessoas que utilizam a ferramenta de controle financeiro, tanto pelo site, como em aplicativos para aparelhos móveis com sistema iOS e Android. O Nordeste do país registrou o maior porcentual de usuários com conta corrente negativa (28%). Os clientes de bancos da região também foram os que pagaram mais juros (254 reais). Veja na tabela abaixo o porcentual de clientes no vermelho e o valor médio das taxas pagas ao banco em cada região do país, de acordo com o levantamento: Região Porcentual de usuários com saldo negativo Média de juros pagos no cheque especial Centro-oeste 25% R$ 193 Nordeste 28% R$ 254 Norte 29% R$ 79 Sudeste 26% R$ 157 Sul 25% R$ 232 Média geral 24% R$ 199 Fonte: GuiaBolso Como o juro cobrado no cheque especial é um dos mais altos do mercado, a situação de descontrole financeiro se agrava, segundo Benjamin Gleason, sócio do GuiaBolso. “A dívida pode virar uma bola de neve rapidamente.” Para Gleason, férias e despesas adicionais mais...
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